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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

ITAÚ

ITAÚ
A origem do povoado aconteceu quando a Comissão Geral Francisco Pinto da Cruz ganhou a sesmaria para a exploração de toda a área circunvizinha do Riacho Gitirana. Porém, foi fundada por ALEXANDRE MARTINS o qual construiu a primeira Capela. Teve como primeiros exploradores as seguintes pessoas:, natural de Apodi, nascido em 21 de julho de 1870 e falecido em 21 de julho de 1944, filho de Clementino Martins e Isabel Umbelina de Bessa Todas a região das proximidades do Riacho Gitirana, o riacho da fartura, na chamada Ribeira do Apodi, era perfeita para a criação de gado, daí a intensa disputa, no ano de 1731, entre os sesmeiros colonizadores e os índios Cariris. Anos depois, com menor número de índios pela ribeira, a senhora Margarida de Freitas, filha de Manoel Nogueira Ferreira, este fundador do Apodi e de Antonia de Oliveira Correia, 1725 conseguiu, não se sabe de quem, uma faixa de terras de herança de seu pai que se entendia de Portalegre à Areia Branca. Dessa terra, uma parte por herança. Dessa terra e de comum acordo, foi vendida ao senhor ANTONIO JOSÉ DA SILVA MARTINS, grande criador de gado na região, pela importância de 400 reis, medindo meia légua quadrada de Norte a Sul, do “Sítio Currais Velhos” ao de “Passagem Franco”, e de Leste a Oeste, do carrasco “UNHA DE GATO” ao Riacho Gitirana”, este ainda existente, que nasce na serra do Jatobá”, Estado do Ceará, corre na direção do Sudoeste para Nordeste e deois passa por uma série de morros elavadios, num percurso de 45 quilômetros, desemboca no Rio Apodi/Mossoró. Depois da transcorrência de doía anos, um parente de Antonio José, por nome ALEXANDRE MARTINS comprou aos herdeiros do falecido Antonio, quase toda terra por 1.200 Reis e escolheu uma pequena chapada do lado direito do “Riacho Gitirana” para instalar uma fazenda que teve início em 21 de março de 1827, com uma casa de tijolos e duas de taipa, aproximadas ao poço anteriormente citado, que além de angicos e mufumbeiros, existiam pedras espalhadas em volta do mesmo, terminando em de maio daquele ano, dando-lhe o nome de “FAZENDA ANGICOS”. Como era solteiro, passou o domínio administrativo a outro parente e empenhou-se mais tarde pelo desabrigo indígena. Foi nessa luta que ALEXANDRE MARTINS derrubando matas e abrindo clareiras, conseguiu afugentar o restante dos índios que ainda passavam por ali, sendo nesta aventura, pega a casco de cavalo, uma índia muito bonita a quem deram o nome de “FLORINDA”, e com ela aquele senhor casou-se, passando a residir em sua fazenda e também administrá-la, fato este, acontecido em 5 de junho de 1827. Deste casal, começou a povoar-se aquela fazenda, que alguns meses, tinha 9 casas, três de tijolos e seis de taipa. Transcorrido algum tempo, viajando por estradas difíceis de transportes, de caminhos sinuosos e de passagem para Natal a capital do Estado, o patenteado e fidalgo major pernambucano José Praxedes, conseguiu adquirir de Alexandre Martins 500 braças de terras, uns 2 quilômetros, no meio de um carrascal e fez doação ao senhor João Martins, em reconhecimento ao favor que este caboclo o fizera, quando por ocasião de uma noite de tempestade, o obrigou em sua casa juntamente com a comitiva. O poder Executivo itauense teve início em 11 de dezembro de 1954, quando nessa data foi instalado o município de Itaú, criado pela Lei nº 1.026, de 11 de novembro de 1953, sancionado pelo então governador Silvio Pizza Pedroza, desmembrado do de Apodi, cujo Projeto de Lei que originou essa Lei foi de autoria do então deputado apodiense, Dr. Newton Pinto (04/02/1926 – 18/03/2002), sob o nº 87/53, datado de 21 de abril de 1953, quando tomou posse o primeiro administrador municipal itauense, na pessoa do senhor LUIZ MANOEL DE OLIVEIRA FILHO, natural de Apodi, nascido em 30 de julho de 1907 e falecido em Severiano Melo, em 19 de junho de 1975, filho de Luiz Manoel de Oliveira e de Francisca Lauriana de Oliveira, nomeado pelo governador Silvio Pedroza, o qual governou até 31 de janeiro de 1955, passando o cargo para seu sucessor, FRANCISCO HOLANDA CAVALCANTE, conhecido popularmente por “NENEM HOLANDA”. Com uma área territorial de 123,5 km², equivalente a 0,23% sobre o Rio Grande do Norte, encontra-se encravado na microrregião de Pau dos Ferros e é subordinado a Comarca de Apodi. É sede de paróquia, cuja padroeira é Nossa Senhora das Dores, subordinada a Diocese de Santa Luzia de Mossoró.

Um comentário:

  1. a parte onde fala "Teve como primeiros exploradores as seguintes pessoas:, natural de Apodi, nascido em 21 de julho de 1870 e falecido em 21 de julho de 1944, filho de Clementino Martins e Isabel Umbelina de Bessa Todas a região das proximidades do Riacho Gitirana, o riacho da fartura", falta o nome de praxedes martins

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